5 experimentos arriscados que poderiam ter destruído a humanidade

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Em busca de descobrir algo novo a humanidade repetidamente realizou experiências perigosas que poderiam até mesmo ter acabado com o nosso planeta.

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Aqui está uma lista divulgada pelo portal ‘Before It’s News’ dos cinco experimentos que poderiam ter levado ao fim do mundo.

1. O poço superprofundo de Kola

O poço superprofundo da península Kola está localizado nas proximidades do Círculo Polar Ártico, na região Noroeste da Rússia e é o mais profundo buraco cavado na terra. Os cientistas soviéticos começaram a perfuração do poço em 1970 e em 1989 atingiram o nível de 12.262 metros.

O objetivo era furar completamente a crosta e atingir a camada superior do manto da Terra, mas não se tinha ideia do que poderia acontecer. No entanto, os temores de terremotos em grande escala ou a aparência dos demônios do inferno revelaram-se infundados.

Os trabalhos no projeto foram suspensos devido à esta profundidade a temperatura chegar a 177 graus Celsius, sendo que deste ainda fluía continuamente uma massa de lama e hidrogênio que impediu os cientistas de aumentarem a profundidade da perfuração.

2. Teste nuclear Trinity

O programa de teste nuclear Trinity fazia parte do Projeto Manhattan dos EUA para desenvolver armas nucleares. Este teste foi realizado em 16 de julho de 1945, e foi a primeira explosão de um artefato atômico no mundo.

O desenvolvimento inicial das armas de nova geração foi suspenso temporariamente devido a temores do cientista Edward Teller, que participou do projeto. Teller supunha que detonar uma bomba feita de plutônio poderia causar uma reação química com o envolvimento de nitrogênio, o que, em teoria, poderia levar à inflamação descontrolada da atmosfera da Terra.

No entanto, os cálculos mostram que este resultado era improvável, por isso o trabalho continuou. A denotação da Trinity foi equivalente à explosão de cerca de 20 quilotons de TNT, resultando no início da era atômica. A explosão lembrou o autor do projeto, Robert Oppenheimer, o manuscrito sagrado hindu: “Agora eu sou a morte, o destruidor de mundos.”.

3. Grande Colisor de Hadrons (Large Hadron Collider)

Quando os cientistas em 10 de setembro de 2008 anunciaram oficialmente a criação do Grande Colisor de Hádrons, alguns passaram a acreditar que este dispositivo resultaria na destruição do mundo.

O projeto de um acelerador de partículas, cujo custo ultrapassa os 6 bilhões de dólares, surgiu para acelerar feixes de prótons através de um túnel de 27 km de comprimento, com a subsequente colisão, levando à formação de buracos negros microscópicos, que, conforme se acredita, apareceram imediatamente após o Big Bang.

Alguns acreditavam que os buracos negros formados como resultado do experimento iriam continuar crescendo até engolir a Terra. No entanto, os cientistas descartaram esses rumores. Como anteriormente estimado, cada buraco negro tem um limite, após o que se evapora. Este fenômeno é conhecido como “radiação de Hawking”.

4. Teste nuclear Starfish Prime

A magnetosfera da Terra é uma camada protetora importante que contém partículas carregadas que protegem o meio ambiente da Terra dos efeitos nocivos do vento solar. E o que aconteceria se uma bomba nuclear explodisse na magnetosfera?

É o que os EUA queriam descobrir em 1962. Além disso, o objetivo do experimento era encontrar uma maneira de interceptar ogivas soviéticas em órbita espacial. Assim, foi realizada a explosão de uma ogiva termonuclear em uma altitude de 400 quilômetros acima da ilha Johnston , no Oceano Pacífico.

Explodindo com capacidade de 1,4 Megatons era visível a uma distância de 1.450 km nas ilhas havaianas, onde o pulso eletromagnético atingiu linhas de energia e serviços de telefonia. Além disso, na parte inferior da órbita da Terra se formou um cinturão de radiação artificial, que se manteve durante cinco anos afetando mais de um terço de todos os satélites.

5. O projeto SETI

Este projeto de Busca de Inteligência Extraterrestre inclui uma série de medidas para detectar e tentar  estabelecer comunicações com representantes de civilizações extraterrestres.

Já em 1896, Nikola Tesla sugeriu que o rádio pode ser usado para fazer contato com extraterrestres. Em 1899, parecia que se estava recebendo sinais de Marte. Em 1924, o governo dos EUA anunciou o Dia Nacional do Rádio para que, durante o período de agosto 21-23, os cientistas pudesse encontrar frequências de rádio emitidas do Planeta Vermelho.

Os métodos atuais de investigação no âmbito do projeto SETI incluem o uso de telescópios terrestres e em órbita, assim como grandes conjuntos de radiotelescópios distribuídos por todo o planeta. No entanto, alguns observam com preocupação estas tentativas de comunicar-se com estas civilizações extraterrestres, porque eles acreditam que isto poderia atrair atenção indesejada para o nosso planeta.

[BeforeIt’sNews]

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